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 Decode.

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Bri

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MensagemAssunto: Decode.   Sab 31 Jan 2009, 15:11

E... Bem, eu disse que ia tentar postar a Decode ainda hoje, e cá está ela. Fiz uma introdução assim para o parva, é que nem considero isto introdução mas, whatever --.
Antes de postar a introdução queria dizer/escrever uma coisa. Em cada capitulo, há partes em itálico que são consideradas pensamentos, sonhos ou outras coisas. Depois vêem ^^,
Algumas partes da introdução, a maioria, aliás, são coisas que se passaram no passado.
Vá, vou passar á introdução.





Introdução::


Quando pensamos que somos apenas mais um indefeso e inocente Ser-Humano, é quando surgem motivos na nossa vida para acrediarmos que não somos apenas isso. Se acreditarmos, conseguimos.
Já apareceram motivos na minha vida para acreditar naquilo que sou. Que sempre fui. Mas tenho medo. Tenho medo de cair. Medo de perder as pessoas e aquilo que mais amo.
O que sou, nunca conseguirei descodificar, mas sei o que poderá vir a seguir, porque, eu acredito. Acredito que posso mudar o destino, mesmo que pela forma mais complicada.
Não sei porque fui eu a escolhida. Será por nunca ter tido uma atenção cuidada dos meus pais? Ou será por eu e o meu irmão termos tomado uma decisão na nossa vida, fugir de casa, para fora de Portugal? Talvez tenha sido isso…
Na altura em que fugimos de casa, os nossos pais deram-nos como desaparecidos, mas não chegaram a passar dois meses para desistirem de tudo. Até a policia desistiu de nos procurar. Ainda me recordo perfeitamente de todas as noticias que passavam na televisão sobre o nossos desaparecimento.

Flashback ~

- Madeleine e Jim Torres desapareceram hoje. As buscas já começaram pela zona e por todo o Portugal… (…)

- Até agora ainda não foram encontradas pistas do paradeiro dos jovens (…)


End of Flashback ~

O que mais me doi, era as expressões dos nossos pais. nunca lhes vi uma lágrima no canto dos olhos. Mas em compensação por isso, tudo o que os nossos pais não choravam, choravamos nós. Passamos por tanto…
Os primeiros meses foi muito complicado viver em Berlim. Eu, na altura, tinha apenas 13 anos e o meu irmão tinha 15. Ambos desistimos dos estudos. Para sobrevivermos tivemos que procurar um emprego, para ganhar algumas poupanças, e, assim, construirmos o nossos próprio lar.
Lar esse que, ao fim de 5 anos, está praticamente construido na totalidade.

Agora, o meu irmão, o Jim, trabalha num bar onde todas as pessoas e mais algumas, o visitam, e eu, com o passar destes cinco anos, aprendi a tocar piano, o que sempre sonhei fazer, e toco no bar onde o meu irmão trabalha.
Com o tempo, cada um de nós mudou. Deixámos de ser aquelas simples crianças, e passamos a ser adultos.
Como descodificar esta vida?

Decode





Eu sei que a introdução não está nada de algo que chame a atenção, mas, é que eu não sabia mesmo o que escrever na introdução, e pimpas, saiu esta shi*!
Quanto aos capítulos: Vão ter uma imagem e música correspondente ^^
So... Comment ? +.+
:*


EDIT: 1* capítulo - 7 de Fevereiro.


Última edição por K'M' # em Ter 28 Abr 2009, 10:06, editado 12 vez(es)
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Bia k.

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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 31 Jan 2009, 15:22

continua Kate
a introduçao ta espetacular
posta mais
beijinho
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catz.
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 31 Jan 2009, 15:38

OMG *-*
O mana, esta tão, mas tão liindo *____________*

A-M-E-I !
Quero mais si's

Amo.te @

_________________

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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 01 Fev 2009, 02:06

A música não é das minhas preferidas, mas o que mais interessa é a Fic, e que AMEI completamente

Quero mais mais mais +.+


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Sáá'zinháá



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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 01 Fev 2009, 16:48

E é claro que postas maiss *--*

E eu tambéém quero maisss Da-me Da-me
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Bri

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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 07 Fev 2009, 11:02

E cá estou eu para postar o 1º caítulo desta coisinha chamada de Decode +.+
Obrigada a todas aquelas que comentaram a Introdução (que estava uma cáca, mas enfim -.-), só espero nao vos desiludir com o 1º capítulo.
Ah! E agora vou fazer uma evelação bombástica: pela primeira vez estou nervosa para postar uma fic, acham normal?
Se fosse uma actuaçao em publico de qualquer coisa... Agora isto?!
Baahhh! >.<
Bem, vou-me calar e vou passar ao capítulo :3
Boas leituras ^^'
Beijinhos
P.S.: Se não perceberem alguma coisa dos capítulos, podem perguntar á vontade ^^






The Killers - Human - The Killers


And I'm on my knees
Looking for the answer
Are we human?



One::


O vento passava por baixo da porta como que a sussurrar algo. Sorri ao descodificar o que aquele vento me dizia. Os meus dedos deslizam sobre as teclas do meu velho piano.
Todos os dias, á mesma hora, acontecia sempre o mesmo.
Enquanto eu tocava a minha melodia, que preenchia o enfadonho silêncio da sala, mesmo não estando ligada ao Mundo exterior, chegavam-se sempre noticias desse exterior, trazidas pelo próprio exterior. Umas por vezes tristes, que me faziam tocar igualmente uma melodia triste, adequando-se á noticia; outras mais felizes, que me deixavam com um sorriso na cara e me faziam tocar qualquer melodia que tivesse relacionada com a felicidade.
Levantei a cabeça do piano para contemplar o tempo que fazia hoje em Berlim. As nuvens cinzentas tomavam posse do céu azul. Fechei os olhos e disse a sorri:
- Vai nevar…
Era algo mais forte do que eu. Não estava a inventar coisa alguma. Fazia-o porque tinha que ser dito e feito.
Quando abri os olhos, o cenário que se deparava diante do meu Ser era completamente diferente: das nuvens que tinham tomado posse do céu anteriormente, saiam pequenos flocos de neve. O vento levava-os para todo o lado, fazendo cobrir os telhados e os carros estacionados no seu lugar.
O silêncio voltou a reinar na sala.
Levantei-me do banco onde estava sentada e caminhei até ás janelas de vidro duplo. É incrível como a cidade muda a cada minuto que passa. Cada vez mais a cidade fica coberta por um enorme manto branco.
Fui até á cozinha e aqueci um pouco de água para fazer um chá. Depois de ter sido feita a fusão entre a água e uma saqueta de chá de limão, fui ver de uma caneca ao armário para verter uma porção do seu conteúdo. Os minúsculos grãos de açúcar foram misturados com o chá quente que fumegava.
Peguei na caneca e sentei-me num cadeirão em frente á janela. Bebi o meu chá e observava a neve a cair.
Ouço alguém do outro lado da porta. Virei-me para ver quem era quando a porta se abre e aparece um rapaz a entrar por esta. Era o meu irmão.
- Olá maninha.
Saudou-me assim que me viu na sala. Limpou os pés e sacudiu a cabeça com as mãos para tirar os flocos de neve que aterraram na sua cabeça.
Assim que fechou a porta que dava para o exterior, pousa uma mochila no chão e vem cumprimentar-me com dois beijos na minha face.
- Que foste fazer com essa mochila? – Perguntei estranhando aquele objecto. Coisa que o meu irmão detestava, era andar a carregar com mochilas.
- Fui jogar futebol. – Respondeu-me com a maior das calmas – Á muito tempo que não o fazia. Já tinha saudades.
- Pensei que já tinhas esquecido essa tua paixão pelo futebol.
– Virei-lhe costas e peguei na minha caneta para dar um gole – E além disso… - Outro gole – Sabes que não te podes cansar muito… - Acrescentei pousando a caneca de novo na pequena mesa. Não me deu resposta. Limitou-se a baixar o olhar. – Queres chá?
- Vais buscar para mim?
– Caminha na direcção da lareira e ergue as mãos para as aquecer – Estou com tanto frio…
Fui até á cozinha e trouxe uma caneca de chá. Entreguei-a ao meu irmão e este agradece, dando um gole logo de seguida. Fiquei a observá-lo a beber o chá. É incrível como temos tantas parecenças físicas. O mesmo tom preto de cabelo e até mesmo os nossos olhos verdes-azulados; pele cor de leito com chocolate… Mas não somos gémeos, apesar de já nos terem chamado disso. Temos apenas 3 anos de diferença, acho que não é caso para nos chamarem de gémeos.
- Não devias estar a preparar-te para logo á noite? – Olha para o relógio – Quase seis horas. Achas que tens tempo?
- Já tenho tudo preparado.
- Vê lá não te atrases…
- Já alguma vez cheguei atrasada a algum dos meus compromissos?
- Não. Mas imagina que acontece algum imprevisto?
- Está tudo controlado Jim.
– Meti-lhe uma das minhas mãos no seu ombro – Não te preocupes. Confia em mim.
- Sabes que confio sempre Maddy.
– Sorri-me e deu mais um gole no seu chá – Hoje tens convidados, o Jonathan disse-te?
-Não. Gente com dinheiro, com certeza.
– Respondi. Ultimamente tem sido sempre assim. Banqueiros, actores, bandas e cantores conhecidos, accionistas… Todos para um bom momento de descontracção. E o bar onde o Jim trabalha é só para gente com dinheiro – Bem, vou arranjar-me.
- Vai lá. Põe-te bonita!
– Disse-me quando eu ia a sair da sala. Sorri-lhe e entrei para o meu quarto.
Abri a torneira da banheira para a meter a encher e enquanto isso, fui arranjando o que queria vestir.
Esta noite, um vestido preto simples, iria acariciar o meu corpo. Não seria um vestido dos mais extravagantes que existem.
Entrei na casa de banho e fui directa ao meu banho.

***


As palmas fizeram-se ouvir por todo o bar. Agradeci com o maior dos sorrisos, inclusive ao meu irmão que batia palmas com um sorriso de orelha a orelha, e olhei para as pessoas presentes. As mesmas de sempre.
Saio do palco e vou para a beira do meu irmão, que me abraça de seguida, como sempre faz após uma actuação.
- Disses-te que tinha convidados. Sempre chegaram a vir? – Perguntei, pois tinha dado uma vista de olhos á plateia e não vi ninguém que não tinha visto antes.
- Vieram, claro. – Respondeu vertendo um pouco de vodka para um copo com alguns cubos de gelo e uma rodela de limão.
- E porque não vieram falar-me? – Confesso que fiquei um pouco frustrada. Cada vez que tinha convidados, vinham sempre todos falar comigo, agradecendo e dando-me os parabéns pela actuação.
- Não sei. – Respondeu-me entregando a bebida que tinha preparado a um cliente – Acabaram de sair.

________

So? :$
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 08 Fev 2009, 08:02

Oh Kate! Escreves meme bem pah!
O teu irmão deve ser um grande apoio para ti, tou a ver!
Mas que raio de convidados são esses que se vão embora e nem te vão cumprimentar? Não me digas que são quem eu estou a pensar!

Posta mais, rapidinho!! Sim?
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Bia k.

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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 08 Fev 2009, 08:42

tou a adorar ler a tua fic
ta o maximo
os convidados axo que eram os tokio hotel! acertei?
posta mais
beijinhoo
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 08 Fev 2009, 11:47

MANAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA *-*
Qe capitulo tao bonito *-*

Escreves tãããooo bem *-*
Quero mais : D

Beijinhos :*
AMO-TE (LL)

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MensagemAssunto: Re: Decode.   Ter 10 Fev 2009, 12:53

OMG!!!!!!!!!!!!!!!
NOVA FIC, NOVA FIC, NOVA FIC *_______________________________*

Tens noção que me ias matando de ataque cardíaco?!?
Tu não me contas-te que ias escrever uma nova!
Oh, vou chorar ;;

A Introdução não está cacá! Ai de ti que voltes a dizer isso! òó

O 1º capítulo, bem, este 1º capítulo, meu deus, fantástico! Mudas-te a tua maneira de escrever ou é impressão minha? oO
Escrevias bem, agora ainda escreves muito melhor : D

Está mais que claro, já te considero a minha escritora favorita desde que comecei a ler as tuas fics +.+

Um dia hás-de enviar as tuas fics a stôra de português para ela ler +.+
E para ver se as hormonas dela acalmam um bocadinho --.

Vá, quero mais Cát'jinha +.+

Küss *
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 14 Fev 2009, 15:01

Olá meninas! : D
Antes de postar o capítulo, venho fazer uns agradecimentos'inhos :3

Niki_kaulitz- Oláá! Oh, obrigada pelo elogio :$ Sim o irmão da Maddy é um grande apoio para ela ^^ Dão-se muito bem os 2 ^^ Os convidados... Bem, os convidados foram uns mal-educados e não foram lá á beira dela xD Se são ou não os TH, no próximo capítulo saberás :3 Beijinhos e Obrigada!

Bia k. - Oláá! Ainda bem que gostas-te querida :3 Fico contente ^^ Se acertas-te ou não, no próximo capítulo terás a resposta a essa pergunta ^^ Beijinhos e Obrigada!

# Catarina - Oláááá Manaaaaaaaaa! Oh Mana, ainda bem que gostas-teeee *___________________________* Beijinhos e Obrigada!

Anne-Bill - Oláá Anne! Ó mulher, eu não quero que tu morras, 'tá?! Vive, vive para leres isto! E além disso, se fui eu a causadora da tua morte, não quero ir para a prisa! Mas vá, não chores, pleaseee +.+
Quanto á introdução, eu já não digo nada --. ESTÁ CÁCÁ E PONTO FINAL!
O 1º capítulo fantástico? Oh, não digo que esteja mau, mas também não está 5* como eu queria que ficasse --' Ando a ficar muito perfeccionista com esta fic uu ' Wtv >>
Sim, mudei a maneira de escrever ^^' Teve que ser rapariga, senão a fic saía uma cáca como as outras fics!
Escritora favorita?! Enaa, já me considero uma escritora 8D Mas daquelas mesmo a sério! :N
Enviar as minhas preciosiosas fics á stôra de português? Nem penses!
Anda com a menopausa assim ao ler isto ainda fica pior! O.O
Não, não e não.
Cát'jinha?!? Já ninguém me chama isso á séculos! Tinhas de ser tu u.u'
Beijinhos e Obrigadaa!


O 2º capítulo só será postado para a semana, porque, já não tenho tempo hoje e amanhã não dá, mesmo...
So... Até para a semana xD
Beijinhos!
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Decode
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 14 Fev 2009, 15:04

oh, quero ver o proximo
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 14 Fev 2009, 17:31

katee!!! tou amar a tua fic!!! posta mais sim???? bj
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 15 Fev 2009, 03:48

Desculpa-me por não ter vindo mais depressa, meu amor ;-;

Mas ainda vim a tempo :3
Será que esses convidados são quem eu estou para aqui a magicar? o,O
Estúpidos, mas por alguma razão devem ter saido sem dizer nada, ao de voltar ;]

Tirando as palavras da Niki, escreves mesmo bem Kathy *-*
Mais «3
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Bri

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MensagemAssunto: Re: Decode.   Qua 18 Fev 2009, 15:37

Ohh +.+ Obrigada Meninas! Até fazia respostas personalizadas para as meninas que comentaram em ultimo, mas neste momento, estou muito cansada para o fazer ^^' Para a próxima, sim? What a Face
Vou passar ao capítulo :3




Over and over, over and over
You make me fall for you
Over and over, over and over
You don't even try



Two::


Agasalhou-se no seu casaco de cabedal e colocou o seu gorro na cabeça. A neve não cessava. Desde a tarde de ontem que a neve não parava de cair. Apesar de ser uma paisagem bonita e típica da Alemanha, trazia consequências. O frio, era uma delas, mas, já estava habituado. Saiu de casa, apanhou as chaves do carro e dirigiu-se à garagem onde o seu carro o esperava. O portão automático abriu e saiu no seu BMW. Passeou pela cidade de Berlim e foi para o estúdio onde os seus companheiros o esperavam.
Antes de sair do carro, colocou os óculos escuros – apesar de não estar sol nenhum – e saiu do carro de vidros escuros, trancando-o de seguida.
Entrou no estúdio, sob o olhar curioso dos jornalistas. Tirou os óculos e automaticamente vieram dois seguranças na sua direcção.
- Bom dia.
Saudou os seguranças, que fizeram o mesmo, e foram na direcção de uma sala. Ao lá chegar, dispensou os seguranças e entrou na sala. Já todos estavam à sua espera.
- Bom dia pessoal. Desculpem a demora. – Desculpou-se o rapaz de cabelos negros, tirando o gorro.
- Já estamos habituados… - Disse o irmão do rapaz entre risos – Bem, já que estamos todos, vamos?
- Claro!

Despiu o casaco e atirou-o para cima de um sofá existente na sala. Os seus companheiros foram os primeiros a entrar. O rapaz começou a aquecer a voz. Á medida que ia fazendo os aquecimentos vocais, ia-se lembrando da noite anterior.
Uma coisa não lhe saía da cabeça; era aquela melodia do piano e a voz doce da rapariga. Cada vez que se lembrava, sentia-se nas nuvens, a flutuar. Sentia-se bem! Precisava de ouvi-la outra vez.
Parou o aquecimento e sentou-se no sofá a pensar na rapariga.
- Como é que é possível…
- Bill, estás pronto?
– O som de uma porta a abrir e a voz do irmão interromperam todos aqueles pensamentos.
- Sim… Vou só beber água.
- Despacha-te.

Levantou-se do sofá e foi até á máquina da água para se acalmar um pouco. Precisava de se esquecer daquela rapariga, que nem sequer sabia do nome, ou todo o trabalho sairia pessimamente mal.
Deu um último gole na água e deitou o copo no lixo. Tentava a todo o custo esquecer a rapariga, mas era um pouco complicado.
Teria mesmo de deitar para fora todos aqueles pensamentos, ou ainda iria ouvir um grande sermão dos outros três membros.

***


Já perdeu a conta das vezes que se enganou na letra das músicas. Mas não era o único. Todos os outros membros da banda pareciam não estar em dia de perfeições. De vez em quando ocorria um ou dois erros, o que fazia voltar tudo á estaca zero.
Vezes sem conta tiveram de voltar ao inicio. Mas trabalho de banda é mesmo assim, nada sai perfeito á primeira.
Por hoje terminou. Acharam por bem acabar os ensaios por hoje, antes que houvesse mais “estragos”.
- Combinamos alguma coisa para logo á noite, depois da sessão de autógrafos? – Perguntou o baterista da banda metendo as mãos nos bolsos das calças.
- Podíamos voltar àquele bar de ontem… - Disse o vocalista meio envergonhado. Era o que ele mais queria, voltar ao bar onde tinha assistido á actuação de piano – Parece-me calmo…
- Sim, podíamos ir. Ao menos descansamos e recarregamos as pilhas…
- Disse o baixista por entre pequenos risos, provocando também algumas pequenas risadas no grupo.
- Então… Às 11 da noite em minha casa? – Questionou o baterista olhando para os companheiros, também com as mãos nos bolsos, pois ainda não tinha parado de nevar.
- Claro, às 11 em tua casa. – Confirmou o Tom assentando com a cabeça.
Despediram-se uns dos outros e cada um seguiu para a sua respectiva casa.
Como Tom tinha vindo com Georg no carro, Bill deu boleia ao irmão. Pelo caminho vieram a falar do ensaio de hoje – dos enganos, do som, da voz de Bill – e o gémeo de Tom abriu conversa sobre a rapariga do bar. Contou-lhe tudo o que lhe ia na alma e o irmão escutava com toda a sua atenção.
- Então é por isso que queres voltar àquele bar, certo? – O guitarrista foi directo ao assunto, o que deixou o irmão sem responder durante alguns segundos – Explica-me melhor. É que não estou a perceber nada… - Tom ajeitou-se melhor no seu lugar para ouvir o que o irmão tinha para dizer.
- Não há muito para explicar Tom. – Proferiu Bill atento no caminho até casa – Senti-me bem a ouvi-la, sei lá… foi… mágico, sei lá… - O gémeo de Bill ficou a olhar para ele, sem reacção e com o queixo ligeiramente caído.
- Bill… Cura-te rapaz… - Tom achava aquilo tudo um absurdo. Para ele, não cabia na cabeça de ninguém uma pessoa, que neste caso era o seu próprio irmão, “flutuar” por ouvir alguém que canta e toca tão bem. Ou ele estaria a ser um insensível ou o irmão estava a ser demasiado ingénuo.
- És tão insensível Tom…
Foram as últimas palavras durante aquela pequena viagem até casa. Até lá, não disseram mais nada.
Quando chegaram ao destino, ambos entraram para casa e cumprimentaram Simone, a sua mãe. A própria mãe já tinha reparado que não estavam com boa cara e que, certamente, por algum motivo, tinham discutido.
Tom subiu para o seu quarto; Bill ficou na sala a fazer zapping.
- Discutiram outra vez? – Simone foi directa ao assunto. Agora sabe de onde Tom herdou o seu poder de ser directo nos maia variados assuntos. Viu o filho suspirar e responder:
- Nada de especial… - Respondeu apenas á mãe. Sorriu-lhe de leve e colocou uma das suas mãos sobre a da mãe – Isto passa…
- Só espero que sim…

Desta vez foi Simone que sorriu ao filho. O gémeo de Bill podia chamar-lhe “mãe galinha”, mas, coisa que Simone não pode abdicar, é deixar de dar atenção aos filhos. Tenham a idade que eles tiverem.
- Hoje á noite vamos sair. – Avisou Bill á mãe metendo uma cara um pouco mais alegre. Levantou-se e foi buscar o comando da televisão, ligando-a de seguida.
- Fazem bem… Mas tenham cuidado, por favor!
- Fica descansada mãe, nós tomamos todo o cuidado do mundo.


***


Estava quase na hora do encontro em casa de Gustav. Os gémeos parecem estar com melhor cara, pois já se riem das parvoíces que cada um diz. Desta vez seria Tom a conduzir.
Despediram-se da mãe e Tom pega nas chaves do carro. Saíram porta fora, encarando Scottish, o seu cão, e entraram na garagem. Entraram no carro e assim que o fizeram, Tom ligou logo o rádio. Estava a passar agora, uma das suas preferidas. Arrancaram no carro e foram até a casa de Gustav. Ao lá chegarem, Tom estaciona o carro de modo a que não ficasse mal estacionado. Ambos entram na casa do baterista.
Já todos estavam em casa do rapaz, por isso, foram em direcção ao bar.
Assim que entraram, procuraram uma mesa o sítio mais escondido para prevenir que alguém os reconhecesse.
Bill olhou em seu redor. Não a via. Olhou para o bar; para o pequeno palco; para as várias mesas, mas não a encontrava.
Um empregado de mesa chegou onde estavam os 4 rapazes para fazer os pedidos. O vocalista resolve perguntar pela rapariga.
- Desculpe… - O empregado olha para Bill – Sabe se a rapariga que actuou aqui ontem, actua hoje?
- Sim, actua.
– Respondeu o empregado com o seu melhor sorriso. O vocalista fica com um sorriso por saber que vai voltar a ver a rapariga.
- Podia dizer-me a que horas?
- Dentro de alguns minutos…
- Ficou surpreso e contente por a ir ver mais cedo do que aquilo que imaginava. E hoje, iria falar com ela, não se iria fazer de envergonhado.
- Obrigado. – O empregado pede licença para se retirar e vai até ao bar para trazer os pedidos.
Ora, os minutos que o empregado tinha dito, não foram muitos.
A música ambiente parou e diminuíram a intensidade das luzes, focando-as no pequeno palco.
Uma rapariga de longos cabelos negros subia agora ao palco e sentou-se no banco, onde, á sua frente, estava um piano. Fez-se silêncio absoluto e o coração de Bill começou a bater forte. Sentia-se nervoso, mas porquê?
Bill percebeu que a presença da jovem não era preciso ser anunciada, pois bastou olhar para os presentes. Todos eles vidraram as suas atenções na rapariga. Antes de tocar as primeiras notas, olhou em seu redor. Bill engoliu a seco. E se a rapariga o reconhecesse? Ele não queria que a rapariga se desconcentrasse. Não! Nada disso!
Viu a jovem olhar para sua mesa, mas suspirou de alivio por ver um certo “desinteresse” no olhar da jovem.
Estava um pouco mais aliviado, mas não o suficiente. Bill olhou para os restantes membros. Estes não notaram nenhuma alteração no vocalista.
A jovem começou a tocar. Como acompanhante da melodia, tinha a sua voz, melodiosa também.
De novo, sentiu-se bem a ouvi-la. A melodia? Já sua conhecida. Não sabendo como nem porquê, a jovem estava a tocar a 1000 Meere. Voltou a olhar para os outros 3, estes olharam para Bill. Estavam todos surpresos por a rapariga estar a tocar uma das suas músicas.
A música terminou e o quarteto aplaudiu, surpreendido , tal e qual como o restante público.
A rapariga levantou-se e agradeceu ao público. Estava bastante sorridente, o que deixou Bill também com um sorriso na cara.
Mas não estava á espera que uma coisa acontecesse.


______

Este foi maior :b
:*
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Qui 19 Fev 2009, 13:05

o que e que vai acontecer?
posta mais amor
beijinhooo <3
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 21 Fev 2009, 04:00

Tá tão lindo Kate mAria!! O.oEla a cantar 1000 meere, deve ter deixado o Bill completamente KO!!
Posta mais amor!
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 22 Fev 2009, 09:19

uau que cap *___* ameii

o que que vai acontecer???? quero saberrrr mesmooo agora lool

continuaa kate tou amar :DDDD
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Bri

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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 28 Fev 2009, 12:27

Olá minha gente (:
Pois bem, aqui está o Senhor Capítulo Três ^^
Vamos lá ver se o que é que aconteceu e se o Bill teve coragem de ir falar com ela xD
Beijinhos!
E boas leituras : D






a dangerous mind - within temptation



It's in your eyes, what's on your mind
I fear your smile and the promise inside
It's in your eyes, what's on your mind
I fear your presence, I'm frozen inside, inside



Three::



Reconhecera-o.

Uma das impossibilidades que Madeleine tinha pensado, era que os Tokio Hotel assistissem a uma das suas actuações.
Quer dizer, não era de todo impossível, os rapazes poderiam vir á procura de paz e sossego. Mas Maddy não tinha a consciência de que isso alguma vez acontecesse.

Os 4 olhavam para ela sorridentes. A jovem ficou sem jeito perante 4 personalidades tão famosas, enquanto que ela, comparada com eles, era “pequenina”. Pelas expressões deles, pôde ver que gostaram do que viram, e ouviram.
Agora, já sabe que, futuramente, receberá mais vezes as visitas do quarteto alemão mais badalado do momento.

Entrou numa pequena sala onde, antes e depois de cada actuação, se refugiava. Sentou-se no sofá e ficou a pensar no que viria a seguir. De certeza absoluta, que viriam falar com ela. O coração apertou com os nervos.
O que é que ela não podia fazer? Gaguejar. Não queria mostrar timidez nem histeria. Conhecia-os pela música que faziam, mas não era cem por cento fã.

Alguém bateu á porta e o seu coração apertou ainda mais. Viu a porta abrir-se lentamente e por ela apareceu o seu irmão.

- Mana. – Chamou Jim. Sorriu para a irmã e aproximou-se dela acariciando-lhe o cabelo – Os Tok…
- Já sei Jim.
– Interrompeu – Os Tokio Hotel estão lá fora e querem falar comigo, acertei?
- Erhm… Como sempre, sim.
– Respondeu á irmã com um sorriso. Agora Maddy já sabia mesmo o que a esperava. – Posso manda-los entrar?

Maddy baixou a cabeça. Estava envergonhada e isso era visível nas suas bochechas. Respirou fundo e respondeu ao irmão assentindo com a cabeça e um pequeno sorriso.
O seu irmão assim fez. Saiu da pequena sala e foi directo aos quatro rapazes. Deu-lhes permissão para entrar e Jim mostrou-lhes o caminho.

Alcançaram a porta da sala e Maddy focou as suas atenções lá. Viu a porta abrir-se e por ela entrarem quatro rapazes.

Bill foi o primeiro a entrar, seguido de Tom, Georg e por último, Gustav. Todos eles sorriram para a jovem e cumprimentaram-na devidamente. Os quatro foram muito simpáticos com ela e Jim saiu para os deixar mais a sós.

- Bem… Erhm… Tenho de dizer-te que tocas lindamente. – Elogiou Bill, deixando a jovem ainda mais envergonhada do que já estava – E tens uma voz lindíssima… - Madeleine já não sabia o que fazer. Aquele rapaz estava a deixá-la completamente K.O. .
- Concordo com o Bill. – Falou Gustav, que até àquele momento ainda não tinha proferido nenhuma palavra – Há quanto tempo tocas e cantas? – Questionou o baterista da banda.
- Toco á cerca de cinco anos… - Respondeu a rapariga olhando para o baterista – Cantar… Bem… Cantar aprendi sozinha… Há igualmente cinco anos, mais ou menos. – Acrescentou. Ficaram surpreendidos. Para uma jovem que aprendeu a cantar sozinha, está a sair-se muito bem, pensaram.
- Que idade é que tu tens? – Perguntou Georg meio envergonhado – Se não te importares dizer, é claro…
- Oh, é na boa.
– Disse a jovem sorrindo para o baixista – Tenho 18 anos. – Todos a olharam de olhos bem abertos. 18 anos?! Quem diria…
- E eu a pensar que eras mais nova… Pelos vistos enganei-me… - Riu-se Georg. A rapariga solta uma pequena gargalhada, o que fez os restantes rirem-se também.

- Diz-me Madeleine… - Começou Tom. Maddy focou a sua atenção no guitarrista que a olhava nos olhos. Maddy correspondeu-lhe. – Já pensas-te em gravar um CD com as tuas músicas? – Esta pergunta fez Maddy pensar. Sim, já tinha pensado em gravar um CD, mas assim, todo a sua história do passado ficaria a descoberto e todos a poderiam ler. Maddy não queria isso. Não, não queria! Era a ultima coisa que lhe podia acontecer!

- Já. – Respondeu depois de segundos em silêncio. – Mas não. Prefiro ficar-me por estas pequenas actuações aqui no bar…
- Oh, porquê?
– Falou Bill – Tu és um talento que o Mundo precisa de conhecer, porque não gravas? – Aos olhos do vocalista, Maddy era uma nova voz que o Mundo precisava de ouvir. Mas Madeleine não queria, dado que não queria mostrar ás pessoas aquilo que realmente ela era. E como já tinha decidido, essa era uma ideia fora de questão.

- É como já disse; prefiro estas pequenas actuações… - A jovem deu aquela conversa como encerrada. – Bem, e vocês? Como se estão a dar com o sucesso da banda? – Esta pergunta foi mesmo para dar fim àquele assunto. Mas mesmo assim, tinha o gosto de perguntar.

- Oh, vai muito bem… - Respondeu Bill – Concertos atrás de concertos; sessões de autógrafos… Essas coisas todas… - Respondeu sorrindo para a jovem – Vida de banda…
- E com imenso sucesso.
– Concluiu Madeleine. Todos sorriram.

Alguém voltou a bater á porta. Novamente Jim.

- Desculpem interromper… - Disse Jim fechando a porta – Vim perguntar se querem alguma bebida… - Jim estava um pouco envergonhado, mas olhou para a irmã e viu que a sua timidez tinha desaparecido – E também vim ver a minha irmã. – Concluiu sorrindo para Maddy.
- Estou bem mano. – A jovem retribui o sorriso e caminha na direcção do irmão – Podes trazer bebidas para nós – Vira-se para os quatro – se é que alguém quer…

- Sim, podes trazer…
- Disse Georg olhando para os irmãos.
- Eu vou buscar. – Jim sai para ir buscar as bebidas. Maddy volta para a beira do quarteto e senta-se ao lado de Bill, continuando a conversar com o grupo. Não demorou muito a que Jim chegasse com as bebidas. Serviu-as aos presentes e voltou a ausentar-se da sala.

Foi uma noite bem passada ao lado da banda germânica.
Bill pareceu ter deitado fora toda a sua timidez para falar com Madeleine, e ambos sabiam que, a partir de hoje, teriam uma amizade duradoura, pois, pelos gostos que cada um discutiu, podem concluir que têm gostos parecidos.

Cada um ficou com a sua impressão e intenção sobre a jovem.
Mas, depois de cada um ter-se despedido dela, na hora em que foram embora, Madeleine Torres, concluiu que nem todos a viam com bons olhos.


Última edição por Kate x em Ter 03 Mar 2009, 13:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 01 Mar 2009, 06:06

adorei o capitulo
posta mais
beijinhoo
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Dom 01 Mar 2009, 11:10

Cada capitulo mais lindo que o outro!
Esta história cativa-me!
É impressionante, todos os pormenores, todos os sentimentos, todas as reacções!
Fiquei curiosa por saber quem é que ficou com uma ideia errada da Maddy! Por isso tenho uma exigência a fazer-te:
Posta mais rápido!
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Ter 03 Mar 2009, 15:14

adorei!!!! continua simm?? quero ver o que vai passar com Maddy e Bill *__*
bjs
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MensagemAssunto: (:   Ter 03 Mar 2009, 15:25

Tou curiosa ... :b

Continua querida .
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Sab 07 Mar 2009, 08:42

Hey outra vez!

Vim atormentar o tópico da Decode *w*

Credo! Com todinhas as letras, C-R-E-D-O! Estou de queixo caído com esta Fic O.O Juro.
A maneirca como tu descreves os sentimentos é tão mas tão perfeita O.O'
Quem me dera escrever como tu, sheisse ùú

Já sei que estás a escrever na Fic agora, porque estou a falar contigo no MSN xD Por isso, quando postares avisa-me amor x3

LY'
«3
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MensagemAssunto: Re: Decode.   Qua 11 Mar 2009, 11:48

Hellooooo ;3
Capítulo grande e tal... Mas espero que gostem ^^
Kiss *




Music : http://www.youtube.com/watch?v=J404A5lz8R4 Jet Black Stare - I'm Breathing.

I can't erase this feelin'
I can't escape
And now I'm lying on the floor
And I really need to find the answers
Lying on the floor
'Cause I've given every piece of me
And I'm breathing


Four::

Podia observar o rapaz de cabelo negro de um lado para o outro. Hoje, está mais stressado do que os outros dias, o que não é muito normal no estado de espírito do jovem. Limpava uma mesa aqui; outra acolá, e, de vez em quando, ainda servia uma bebida aos poucos clientes que ali chegavam durante o dia.

Apesar de gostar de ver o irmão activo e a trabalhar afincadamente, preocupava-se com ele, pois Jim não podia cansar-se demasiado, devido a problemas de saúde que o acompanhavam desde que nascera.

- Jim, pára um bocadinho. Queres que eu te ajude? - Pergunta Madeleine para o irmão. O jovem, desviou a sua atenção para a irmã e sorri-lhe apenas. Também ele se preocupava com irmã, mas esta, dia após dia, preocupava-se ainda mais com ele.

- Deixa estar Mad., eu arranjo-me...

Foi a resposta que deu. Mas Maddy sabia que, mais cedo ou mais tarde, Jim, teria de repousar uns minutos para recuperar o fôlego do trabalho.

Levantou-se do pequeno sofá onde estava sentada e foi na direcção do bar. A própria começou a servir as bebidas aos clientes; fazendo os pedidos no bar e indo às mesas dos clientes. Jim não teve outro remédio senão sentar-se e ficar a observar a irmã a trabalhar.

Tal como a irmã, Jim adorava ver a jovem pianista fazer um pouco do seu trabalho; e deixava-o orgulhoso. Afinal, depois dos anos que se passaram, foram-se ajudando um ao outro. Também a amizade e o amor de irmãos entre eles levou uma volta de 360º. Desde pequenos que se ajudavam, mas nada que se comparasse ao agora.

Que faria eu sem ti, Maddy...

Pegou na sua bombinha de oxigénio e absorveu uma porção daquele conteúdo. A respiração começava a ficar mais fraca, mas com a bombinha, ficaria mais aliviado.

O bar ficou vazio. Olhou para o seu relógio de pulso e viu as horas. 17 Horas e 43 minutos. Resolveu fechar o bar para se ir começando a fazer os preparativos para uma festa que iria decorrer hoje aqui no bar.

Fechou as portas e foi ajudar a irmã com os copos de cristal.

- De quem é a festa? - Perguntou Maddy colocando um dos vários copos sobre uma bandeja.

- Tu conheces... Já os viste... - Disse Jim descontraído, limpando o balcão. A jovem ficou confusa. Mal conhecia os clientes que por ali passavam - O nome Bill Kaulitz e Companhia diz-te alguma coisa? - Pôde-se ver na face rosada de Madeleine um sorriso luminoso. Iria voltar a ver o amigo - Pela tua cara já vi que sim...

- Ele é meu amigo Jim. - Disse a jovem pousando mais um copo sob a bandeja - É normal que goste de receber visitas dele... - Largou os copos e entrou para a sua salinha, aquela para onde sempre ia antes e depois de cada actuação, e pegou na sua mala. Voltou a entrar para o bar e olhou o irmão de sobrolho levantado - Há alguma coisa nele que não te agrada? - O rapaz olhou a irmã, deixando de fazer o que estava a fazer. Encostou-se ao balcão e a rapariga aproxima-se dele.

- Não Maddy, não há, ele é bastante simpático... - Respondeu de cabeça baixa. Madeleine não entendia aquele acto. - Mas... Aquela conversa que ele, aliás, eles tiveram contigo sobre gravar um álbum... - Deixou de fixar o chão e olhou a irmã nos olhos. - Maddy... Estás mesmo a pensar em gravar o CD?

A jovem olhou confusa o irmão. Porquê novamente aquela pergunta se já lhe tinha respondido? A resposta foi definitiva, Madeleine tinha na ideia de não gravar o CD, e continuar com a sua vida monótona.

- Já falámos sobre isso... Porque insistes em bater na mesma tecla? - O rapaz voltou a olhar para os seus pés. Já tinha levado esta resposta antes, mas tinha as suas dúvidas. Agora que Madeleine era conhecida pela banda mais badalada da Alemanha e Mundo fora, Jim tinha a certeza que a pergunta "Vais mesmo gravar o CD?" voltaria a ser pensada e repensada. Conhecia bastante bem a irmã para ela lhe dar aquele resposta logo á primeira. Sabia que ainda iria voltar atrás na decisão.

- Eu conheço-te... E sei perfeitamente que ainda vais voltar a pensar nessa ideia. – Virou costas para a irmã e voltou ao trabalho dos copos. Madeleine colocou a sua mala no ombro e saiu do bar, deixando o irmão sozinho.

&&&



- Bill, acalma-te rapaz. – Dizia o manager da banda, rindo-se da histeria do vocalista da banda. Bill acalmou-se um pouco, visivelmente. Mas no seu interior, queria muito que David ouvisse a rapariga – Prometo que peço para ela tocar hoje, só para eu ouvir…
- E para nós também. –
Interferiu, na tentativa de corrigir o manager.
- Sim, e para vocês também... Mas por favor, acalma-te! - David pousa os papeis em cima da mesa e olha para o vocalista "alterado". O manager fica a olhar para o jovem, que entrelaçava os dedos uns nos outros, como quando está com nervos - Bill...
- Sim?
- Qual é a tua intenção... De eu ouvir essa rapariga? -
Bill ficou estático a olhar para o manager. Intenção? A única coisa que o vocalista queria, era que David ouvisse a rapariga, mais nada.
- Nenhuma... Porquê?
- Por nada...


Encerrou a conversa e pegou nos papeis, retomando marcha para o seu escritório.
Entretanto, Bill começa a ouvir passos vindos do corredor.
Na porta, surge o seu irmão gémeo.

- Preciso que venhas ouvir umas melodias novas... - Disse Tom entrando pela porta e chegando-se á beira do seu gémeo.
- Ok.

Os dois saíram da sala e dirigem-se para onde o guitarrista havia estado antes. Entraram e Tom retira a sua Gibson do suporte e começa a tocar uns acordes.

Bill adorava ouvir o irmão a tocar guitarra, e quando se juntava com o irmão para cantar com ele, ficava feliz. Feliz por viver estes momentos únicos com ele.

A melodia que tocava, seria uma das novas do próximo álbum. Sairia em breve, talvez na Primavera. Uma estreia que as fãs aguardam á já uns tempos.

Parou a melodia e olhou o irmão com um sorriso luminoso.

- Gostas-te? – Olhou o irmão á espera de uma resposta.
- Adorei. – Disse apenas – Aliás, deixaste-me inspirado para escrever uma letra para essa melodia! Ou já a escreves-te?
- Não, ainda não. –
Levantou-se da cadeira e pousa a guitarra de novo no seu suporte – Se quiseres, posso fazê-la contigo...
- Eras uma óptima ajuda!


&&&



Madeleine acabava de chegar a casa. Fechou a porta atrás de si e avançou até á sala. Nela, ainda pairava o cheiro do perfume do seu irmão. Suave como ele sempre preferira. Pousou a sua mala em cima do sofá e avançou até á cozinha. De lá, tirou uma maçã vermelha e deu-lhe uma trinca.

Assim que acabou de comer a suculenta maçã, saiu da cozinha e caminhou para a sala onde o seu estimado piano negro se encontrava.

Parecia chamar por ela, mesmo que fosse um objecto. Não resistiu e decidiu ir tocar algumas notas.

Sentou-se diante do piano e começou a tocar uma música que estava a ser inventada no momento. Sem querer, olhou o relógio. Quase 6 e meia.

Ouviu o vento assobiar por baixo da porta e engoliu a seco. O que viria aí? O seu irmão não era de certeza, pois não tinha tempo de vir a casa.

Foi aí que percebeu o que era: Noticias.

Parou de tocar a melodia inventada e deixou-se estar quieta para perceber o que lá vinha.

«Lembra-te Madeleine, nem toda a gente se esqueceu de vocês.»


Era incrível como, desta vez, a voz do vento se percebeu tão bem. Arrepiou-se e levou as mãos á cara.

Se contasse isto a alguém, ninguém acreditaria. Achariam que estava louca. E, de certa forma, era realmente de doidos. Como é que era possível só ela ouvir a voz do vento? Mais uma pergunta sem resposta.

Levantou-se bruscamente do banco e avançou até a sua mala, de onde tirou o seu telemóvel. Tinha de ligar o mais rápido possível a Jim.

As lágrimas começavam a querer transbordar pelos seus olhos azuis esverdeados, mas a jovem lutava para que isso não acontecesse.

Marcou rapidamente o numero de telemóvel do irmão, e esperou que ouvisse a sua voz do outro lado da linha.

- Sim?

Não demorou muito até Jim atender. Sorriu ao ouvir a voz do irmão e prosseguiu.

- Jim... – Maddy falava aos soluços. Estava emocionada e era perfeitamente visível.
- Maddy, estás a chorar? O que aconteceu? – A preocupação do irmão da jovem aumentava cada vez mais.
- Eu ouvi-a outra vez Jim! – Disse aos soluços e com uma mão no peito – Jim, anda para casa, por favor, preciso de ti!
- Está bem... Eu vou já para aí – Disse para reconfortar a irmã. Madeleine suspirou de alivio e um pequeno sorriso apareceu nos seus lábios – Até já...
- Até já...

Desligou o telemóvel e deitou-se de barriga para cima para se acalmar um pouco. Estava nervosa, era mais uma das coisas visíveis.

Limpou as lágrimas, fechou os olhos e colocou uma mão sobre a sua testa.

Precisava de descodificar esta mensagem. Não sabia o que ela queria dizer ao certo, mas sabia que estaria para breve a resposta a esta mensagem.

Quem é que não se houvera esquecido de Madeleine e Jim Torres?


&&&



A noite tinha chegado. A banda já estava no recinto da festa, mas ainda ninguém sabia que eles já estavam ali.

Estavam os quatro na sala onde Maddy sempre ficava nos dias de actuação. Esta seria uma festa para todos os fãs de Tokio Hotel. Estava intitulada de Tokio Hotel Fan Party, e lá, estariam presentes fãs de todo o Mundo, desde Portugal, Espanha, França... Isto serviria para os rapazes estarem em contacto com os fãs e os mesmo estarem em contacto com a banda.

A festa teria inicio dentro de alguns minutos. Cada um estava mais sorridente que o outro, e, incrivelmente, estavam todos a socializar com Madeleine. Bill era o que mais requisitava Madeleine. Tinha imensas coisas a tratar com a jovem pianista e, o facto de o vocalista querer que David Jost a ouvisse, era o assunto mais importante.

- Bill, onde é que tu me foste meter?!
- Vá lá, é só durante dois minutos! Não vai custar nada! –
Bill tentava encorajar Madeleine a fazer a pequena actuação para o manager – Vá lá... – Fez olhinhos de cachorrinho e Maddy cedeu.
- Está bem, eu faço... – Bill sorriu e deu um pulinho de felicidade no mesmo sitio – Mas para a próxima avisa-me para eu estar melhor preparada!
- Está bem Mad., eu para a próxima aviso. –
Sorriu para a pianista e levou-a até ao manager David Jost. – Jost, esta é a Madeleine Torres, a pianista que te falei.

David olha para a rapariga, que sorria timidamente para o manager, e retribui-lhe um sorriso de simpatia.

- Olá. – Cumprimenta a rapariga e dá-lhe dois beijos na face rosada – Prazer, eu sou o David Jost.
- O prazer é meu... –
Responde Madeleine colocando a sua timidez de lado. – Então... Quando é que faço a actuação?
- Queria falar contigo sobre isso... –
Jost senta-se num sofá e Maddy e Bill fazem o mesmo – Já reparei que o piano está guardado por causa da festa; não preferes actuar amanhã?
- Por mim tudo bem... –
Respondeu – Mas se quer ouvir ainda hoje, podemos ir até minha casa, tenho lá o meu piano...
- Sente-se preparada?
- Estou sempre.
- Então depois da festa podemos ir até sua casa?
- Claro.
- Está bem.


Terminaram a conversa, pois estava na hora de os rapazes se apresentarem na festa. Madeleine também assistiria á festa. Estaria no balcão com o irmão a servir as bebidas. Saiu da sala e deparou-se com uma multidão de gente á sua frente. Um pensamento preencheu-a: eles são imparáveis, e disso, ninguém duvidava.

Chegou á beira do seu irmão e por ali ficou. O quarteto entrou cheio de energia e as fãs deliraram com a festa.
Durante a Fan Party, Bill olhava constantemente para Madeleine, que lhe sorria.

A banda distribuiu autógrafos e a diversão continuou. Já no momento de descontracção, Bill foi o primeiro a sair. Quando o fez, Maddy olha para os outros três, que lhe acenam. Sorri-lhes.
Terá tirado impressões precipitadas acerca dos Tokio Hotel? Ou será o contrário?
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