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 tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM

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catz.
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MensagemAssunto: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Sab 10 Abr 2010, 14:53

maybe you’re right, but baby i was lonely, i don’t wanna fight,
i’m tired of being sorry
.


Era totalmente impossível esquecer.
Apesar dos anos que tinham passado, as memórias mantinham-se perfeitamente intactas. Lembrava-se de todos os pormenores, de todos os segundos que tinham passado juntos. E ainda hoje – mesmo passados quase sete anos -, ela sentia a sua falta. A falta da sua voz a sussurrar-lhe ao ouvido. As suas mãos a percorrer-lhe o corpo. Os seus beijos. O seu calor. A maneira como, apesar de tudo, fazia as coisas. Mas tudo tinha mudado. Tudo tinha mudado no dia em que ele apostara na sua carreira e a deixara para trás. No dia em que a fama pareceu ter-lhe subido à cabeça. E, inevitavelmente, naquele nanossegundo que ele lhe dissera que não queria mais estar com ela, que agora pertencia a outro nível social. Ela ainda tentara compreender, mas a dor de quem é magoado pela pessoa que ama, falou mais forte. Ela não percebia o desejo dele de vingar no mundo da música, quando isso parecia custar-lhe a vida amorosa. Ela não percebia como é que ele tinha passado de um namorado semi-perfeito para um playboy. E nunca chegou a perceber, embora se esforçasse todos os dias que não passou ao seu lado.


Capítulo I

E por ali andava ela, perdida.
O caminhar pelas ruas desertas de Halle, tornara-se um hábito desde que Britanny, a sua irmã mais nova, saíra de casa. Os pais continuavam a morar em Madnburg e visitá-los, era algo que lhe custava. Rever o sítio onde crescera, rever todos aqueles que a viram tornar-se mulher e sobretudo, rever o sítio onde o conhecera. Onde passaram os primeiros meses de namoro. Onde ela lhe disse pela primeira vez que o amara. E só agora, depois de tudo, ela sabia que tinha sido um erro.
Sophie lembrava-se de ser uma rapariga diferente. Lembrava-se das roupas negras e dos acessórios extravagantes que de certo modo o tinham conquistado a ele, um rapaz com um estilo tão diferente do seu. Tom mostrara-lhe tudo. Mostrara-lhe como era bom lutar pelos sonhos. Como estes só se tornavam realidade com a nossa persistência, com a garra que tínhamos para os alcançar. Mostrara-lhe como ela era verdadeiramente corajosa, embora naquela altura, ainda não se tivesse apercebido disso. Como os amigos podem tornar-se algo mais. Como é o sabor do primeiro, do segundo e de todos os outros beijos. Como é o calor de um abraço numa noite mais fria. Como era o amor. Como era acordar de manhã e sentirmo-nos completos. Como era desejar que o tempo parasse de cada vez que estavam juntos. Como era ser feliz.
- Hey Sophie! – um rapaz louro que se aproximava chamou, fazendo-a voltar-se para ele e sorrir – como estás? – perguntou carinhosamente, beijando-lhe a testa.
- Philipe. – ela cumprimentou, retribuindo o beijo e afastando-se ligeiramente, olhando-o – estou óptima, como sempre – sorriu – e tu, como estás?
- Bem. – ele gargalhou, começando a caminhar ao lado da morena enquanto ela descia a rua – como normalmente.
- Hmhm.. E então, como estão as coisas com a Britanny ? – perguntou, entrelaçando os dedos com o amigo de longa data e parando para se sentar na paragem de autocarros.
- Acabámos. – ele apressou-se a responder, baixando o olhar – segundo o que me disseram, ela anda a sair com outro rapaz. Mas já estava à espera. Andávamos demasiado distantes um do outro.
- Ela confirmou? – tentou ela saber, sem o olhar – ou são só palpites de quem não tem mais nada que fazer na vida do que falar sobre a vida dos outros?
- Sim – ele acenou positivamente com a cabeça, fixando as primeiras gotas de chuva que começavam a cair – ela confirmou tudo. Disse-me que lamentava, mas que o seu coração pertencia a outra pessoa.
- Ela disse quem?
- Bill. – ele respondeu – Bill Kaulitz.
Sophie suspirou e levantou-se assim que viu o autocarro aproximar-se – até amanhã, Philipe. – despediu-se com um beijo na testa do rapaz e seguiu viagem no autocarro do costume. Se havia alguém que ao fim ao cabo a conseguia perceber, era ele. O rapazinho louro de olhos azuis que viu crescer, apaixonar-se e tornar-se o agradável jovem que hoje era. O seu melhor amigo.
Chegou a casa vinte e três minutos depois. Abriu a porta calmamente e pousou a mala roxa sobre a mesa de entrada, assim como as chaves de casa e do trabalho. Tirou o casaco de cabedal negro e pendurou-o no bengaleiro enquanto descalçava as botas e se dirigia à casa-de-banho. Abriu a água quente e tapou o ralo, deixando a banheira a encher, enquanto se via livre da roupa de trabalho. Colocou tudo no cesto da roupa suja e deixou-se escorregar pela parede fria, sentando-se finalmente dentro de água. Respirou fundo, fechando os olhos e procurando o telemóvel para colocar uma qualquer música ambiente.
Tinham passado quase três horas, quando o telemóvel deixou de tocar apenas a música relaxante que ela tanto gostava, para passar a tocar freneticamente. Ela rabujou interiormente e estendeu o braço ainda molhado para o alcançar. Suspirou e pressionou a tecla verde, encostando-o ao ouvido.
- Sophiee! – a voz melodiosa da sua irmã fez-se ouvir, enquanto a morena soltava um suspiro abafado – bem, o Philipe já te deve ter contado as novidades.. logo, como amanhã é o nosso almoço de família.. eu queria saber se podia levar o Bill.
- Nunca te proibi de levares ninguém. – a mais velha respondeu pausadamente – se ele quiser ir, por mim tudo bem. É no restaurante do costume?
- Hm, sim. – respondeu, fazendo depois uma breve pausa. Sophie ouviu a voz do de crista e suspirou, desligando o telemóvel. Se havia ainda algo que ela e Tom tinham em comum, era isso. Nenhum dos dois apreciava lamechices, enormes demonstrações de amor, promessas de uma futura vida em conjunto. Nenhum dos dois via o amor como algo completamente perfeito. Nenhum dos dois pensava alguma vez vir a sentir-se assim. O telemóvel tocou novamente, mas desta vez a morena deixou tocar, saindo da banheira e enrolando-se na toalha. Havia tempo que não relaxava daquela maneira. Que não tinha um tempo para si. Vestiu o robe turco branco e caminhou lentamente até à cozinha, de onde tirou um iogurte líquido e foi-se deitar na cama, a ver televisão.
- Se tudo fosse tão simples assim. – comentou para o vazio, olhando o objecto electrónico onde passava um filme romântico, nada o género dela. Serviu ainda para se rir, pois na verdade, a história poderia assemelhar-se à sua ex-relação com o guitarrista. Começavam bem, continuavam bem, as coisas tornavam-se cada vez pior e acabavam. Mas no final, acabam sempre juntos. E isso, ela prometera a si mesma que não ia acontecer. Bufou e resolveu desligar a televisão, que começava a dar-lhe demasiado em que pensar. E antes de dormir, repetiu várias vezes para si mesma – eu não vou voltar para ele.



Sim, eu sei que nunca acabo fics nem nada, mas estou mesmo a fazer um esforço. não sei qual vai ser a frequência de postagem, nem tão pouco quantos capítulos tem a fic. a história não é nada de especial, mas estou a esforçar-me. espero que gostem.
espero feedbacks,
xoxo.
(dedicada a todas as meninas q fizeram o dia 7 de Abril ser ainda mais maravilhoso <3)

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Última edição por catz. em Sex 30 Abr 2010, 16:08, editado 17 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Sab 10 Abr 2010, 15:01

Bem . primeiro a introdução , está tão perfeita , sabes que eu amo a tua maneira de escrever. o resto , ameeei eu achei tão querido o facto de entrelaçar os dedos com o melhor amigo, {eu também faço isso com o meu, e ele apesar de dizer 'vou perder gajas por tua culpa, pensam q sou comprometido.' mas ele vem sempre me dar a mão. :'3 *lágrima no olho* } .
adiante, realmente a fama subio a cabeça do Tom , outro nível social. gosh. foi realmente forte. :/
Agora CATARINA MARIA , TU É BOM Q NÃO DEIXES ISTO A MEIO, eu ainda estou em shock da outra fic q abandonas-te juro q sim! T^T

amo-te imensamente querida *
pena, não tenho lugar nesses do 7 de Abril, oh. :/ --'
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Sab 10 Abr 2010, 15:31

okay, achei este primeiro capítulo buééé fofo <3 sim, tá escrito de uma maneira fofa! e estás cada vez melhor na escrita, amor :]
vê lá se continuas istooo mazé (h)

e depois disto, comprovo que perdi o jeito para fazer comentários >> SO SORRY, blame tom
(tem de haver um culpado *cof*)

dia seeeeeeeeeeteeee <3
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Sab 10 Abr 2010, 15:59

nao vou fazer um comentário de 500 linhas.
está excelente.
sabes q adoro o jeito q escreves.
amo-te.
dia 7 foi unico.
obrigada por td.
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Cate

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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Sab 10 Abr 2010, 16:05

não precisas de te preocupar com a frequencia com que escreves, vai escrevendo sempre que te apetece e aproveita enquanto escreves =)

Gostei e fico á espera do próximo.
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Dom 11 Abr 2010, 09:32

I LIKE Very Happy

tens que postar mais , tu tens mesmo geitooooo o.o
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MensagemAssunto: tired of being sorry. (dois)   Dom 11 Abr 2010, 16:01

muito obrigada a todas, meus docinhos *.*
kikaa, este é teeeu. @ amo-te.


Capítulo II

Eram exactamente nove menos um quarto quando o som melodioso do despertador ecoou pelo quarto. Sophie abriu os olhos, ensonada. Espreguiçou-se ao mesmo tempo que soltava um longo e sonoro bocejo e levantou-se. Procurou o robe cor-de-rosa em cima da cama e vestiu-o, calçou as pantufas de pêlo e saiu do quarto, dirigindo-se à cozinha. Abriu o frigorífico e tirou a caixa do fiambre e do queijo, a manteiga e um pacote de leite achocolatado. Sentou-se na bancada enquanto colocava duas torradas a fazer e abria o vertia o leite para um copo. Voltou ao quarto e penteou o cabelo, deixando-o cair ligeiramente encaracolado pelos seus ombros. Despiu a tanga azul clara e dirigiu-se à casa-de-banho para tratar da sua higiene. No final, correu para a cozinha a tempo de não queimar o pão. Colocou manteiga, queijo e fiambre e deixou a arrefecer enquanto vestia um conjunto de roupa interior em tons de creme e castanho. Pegou no prato do pequeno-almoço e sentou-se no sofá da quase inexistente sala, para ouvir as notícias.
- ‘Concerto da bem sucedida banda germânica, Tokio Hotel, volta a esgotar completamente o recinto em França! Os quatro rapazes não se podem queixar! Esperamos mais notícias..’ – a morena desligou a maldita televisão assim que os seus olhos se puseram em Tom, que aparecia a sair de um hotel no dia anterior. Levantou-se e bufou chateada, indo colocar a louça para lavar na cozinha – malditas francesas!
Voltou ao quarto, ainda ligeiramente sentida por voltar a observar o rosto do ex-namorado e procurou umas calças de ganga no armário. Acabou por optar por umas justas, de cintura descaída, que conjugadas com um top branco, um casaco de cabedal castanho e as botas da Timberland, lhe davam um look juvenil, mas ao mesmo tempo casual. Pegou na mala nos mesmos tons e colocou todos os seus pertences, passando depois pela casa-de-banho para se maquilhar e arranjar o cabelo como queria. Saiu da habitação pouco depois, passando ainda numa papelaria para comprar tabaco. Não estava com muita paciência para o cheiro horrível do autocarro aquela hora da manhã, pelo que decidiu ir a pé até ao restaurante.
- Afinal, não fica assim tão longe. – tentou convencer-se a si própria, enquanto começava a andar. Eram quase horas de almoço quando finalmente Sophie chegou ao restaurante. Mentalizou-se segundos antes que estar com o irmão gémeo do ex-namorado não iria ser nada de mais. Que ver a felicidade constante no rosto de Britanny junto do novo namorado, não iria fazer-lhe assim tantos ciúmes. Que lembrar-se que apesar de tudo, o melhor-amigo era o ‘traído’ por ela. Suspirou e entrou no dito restaurante, percorrendo o espaço com o olhar, tentando encontrar a irmã no meio da pequena multidão.
Deu consigo a rever as paredes escuras do espaço fechado, decorado depois por almofadas, guardanapos e pequenas velas cor-de-vinho e outros tantos acessórios em tons pastel. A luz não era muito forte, reconfortando interiormente todos aqueles que procuravam um ambiente discreto, familiar e aconchegante. E realmente, para Sophie, era isso que interessava.
- Mana! – ouviu a irmã chamar e sorriu, olhando-a. Britanny levantou-se e caminhou em passos largos até ela, envolvendo-a depois num abraço de saudade – finalmente! Estás atrasada! – riu-se, puxando-a levemente pela mão até à mesa.
- Vim a pé, sabes bem como odeio transportes públicos a esta hora. – justificou-se, sorrindo. Olhou o moreno de crista à sua frente e soltou um breve sorriso, sentando-se à sua frente, enquanto a irmã dava a volta à mesa para se sentar ao seu lado.
- Olá Sophie – Bill cumprimentou, sorrindo também. Ela assentiu com a cabeça e pegou no menu ao seu lado, enquanto olhava discretamente para o casal. A verdade é que a irmã não podia ser mais diferente de si. O cabelo, ao contrário do seu, era de um tom entre o louro escuro e castanho claro e caía-lhe liso pelos ombros abaixo. Os olhos eram escuros, ao contrários dos seus, que se tornavam quase verdes ao sol, mas que na sombra eram avelã – já escolhes-te, amor? – perguntou para a loura, aproximando-se mais dela e dando-lhe um beijo rápido nos lábios. Ela sorriu e apontou para um dos nomes do menu, retribuindo o beijo depois.
- E tu Sophie, já escolhes-te?
- Hm, carbonara. – ela decidiu finalmente, depois da grande indecisão que se fazia na sua cabeça. Estava com fome e todos aqueles deliciosos pratos de massa chamavam por si. Bill e Britanny pediram bolonhesa e os três pediram coca-cola. A morena pegou num pedaço de pão dos cestos e petiscou-o com manteiga, enquanto observava as trocas de carinhos que os amigos faziam à sua frente. Torceu o nariz, indignada. Será que eles não tinham outro local onde fazer tudo aquilo? Por favor, arranjem-lhe um quarto!
- A sua carbonara.. – o empregado proferiu pela terceira ou quarta vez, pousando o prato repleto de massa à frente da rapariga. Ela forçou um sorriso, ainda amuada e pegou nos talheres. Bill deu um últilmo beijo a Britanny antes de enrolar um pouco de esparguete no garfo e o levar à boca da namorada. Sophie bufou e espetou o seu garfo no prato, chateada. Os dois amigos olharam-na chocados e ela riu-se.
- Peço desculpa. São os nervos. – baixou o olhar para a massa e devorou-a em silêncio. Após todos terem almoçado, Britanny despediu-se de Bill que teria eventualmente de ir para mais um dos ensaios da banda e acompanhou a irmã numa ida ao shopping.

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Última edição por catz. em Seg 12 Abr 2010, 12:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Dom 11 Abr 2010, 17:19

sorry sorry sorry!!!

o primeiro está lindo *_* sabes que eu amo a tua maneira de escrever e já to disse pessoalmente (^^).
coitada sofre tanto ainda por cima é só ligar a tv e vê-o logo...

o segundo pois, sou igualzinha a ela... é super irritante... Razz

mais *******
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Dom 11 Abr 2010, 17:25

MEU?! O___O T^T
oh gooooood. eu mal vi "amo-te" fiquei coisa, com lágrimas, juro-te (ando buéda sentida, pow o.o).
amo-te imeeeensaaameeente, catarina! (: obrigada , por tudo mesmo. és essencial.

back do cap (meu cap): tens noção que ela demanhã lembrou-me a mim, sebem que concerteza ela terá melhor cara q a minha demanhã q é algo assombrosa. -.-' as pantufaaas +.+ eu queria o sr. menino tom kaulitz alí, pensei q ele ia aparecer do nada q grande surpresa, não apareceu. a brittany , hm. ainda não estou muito ligada para ela. coitadinho do melhor-amigo, parte-me o coraçao! +_________________+


CONTINUA AMOOORAAAAAAAAAAAAAAA !! +___+ AMO-TE @
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Seg 12 Abr 2010, 12:38

obrigada fofinhas, for all.
anne, teu.


Capítulo III

- O que achas de ires jantar lá a casa? – a loura perguntou, enquanto guardava o talão de mais um conjunto de roupa interior sensual que comprara – podíamos encomendar umas pizzas e ver um filme. Tu sabes, como fazíamos antes.
- Se isso é uma tentativa de tentares que comece a conviver no mesmo espaço que o Tom, podes desistir. – ela respondeu firmemente – acabou Britt. Acabou tudo.
- Ele gosta de ti.
- É um problema dele, nesse caso.
- Tu gostas dele. – ele rematou, agarrando o braço da morena e virando-a para si, para a encarar nos olhos – e tu sabes disso. Aliás, toda a gente sabe.
- Nesse caso, é um problema meu.
Britanny respirou fundo antes de acelerar o passo atrás da irmã, que entrava agora numa loja de roupa desportiva, onde costumava comprar ténis. Percorreu as prateleiras com os olhos, enquanto Sophie cumprimentava o rapaz ruivo de olhos verdes que se encontrava ao balcão. Percebeu pela intimidade entre os dois que eram mais do que apenas conhecidos de uma loja e o seu olhar mudou radicalmente quando ele lhe beijou o canto dos lábios e ela sorriu, apontando para uns ténis brancos e roxos numa prateleira alta.
- Ouve lá, quem é aquele ? – questionou intrigada, aproximando-se da irmã, para que nenhum dos outros presentes os ouvissem – é giro! Namorado novo Sophie?
- Estou cansada das tuas perguntas. – ela comentou, apoiando-se no balcão enquanto Fred, o rapaz ruivo, fazia um embrulho para os ténis. Não que estes fossem para oferecer, mas sim porque ele gostava de a tratar bem. Muito, muito bem – obrigada. – sorriu, guardando o troco no porta-moedas – vemo-nos noutro dia.
- Como assim noutro dia? – a rapariga voltou a perguntar, enquanto seguia a irmã pelo centro comercial fora – i mean, o teu lugar é com o Tom!
- E o teu lugar é onde tiveres a boca suficientemente ocupada para parares de me chatear com essas coisas.

A loura abriu e fechou várias vezes a boca, como um peixe fora de água – tu não acabas-te de dizer isso! – olhou-a chocada – nem pensar!
- Quê, vais-me dizer que essas lingeries todas são simplesmente para ele olhar? – rabujou, parando numa montra e observando alguns sapatos – não me gozes. E não, não quero saber nada do que vocês fazem na vossa intimidade.
- Nada que tu não fizesses com o irmão dele
– respondeu rapidamente – certo?
- Sim. Em alguma coisa, ele tinha de ser bom. E já que era um traste no resto – entrou na loja – que fosse bom na cama.
- Vocês chegaram a falar, depois do que aconteceu? – a loura retomou com as perguntas, acompanhando a irmã na escolha de umas calças – ou simplesmente deixaram tudo?
- Existe muita coisa que não foi falada, okay ?
– Sophie suspirou, retoricamente – tu sabes. Não vale a pena falar de mais nada.
- Devias ter-lhe contado tudo, sabes Sophie?
– abraçou-a, enquanto o seu semblante mudava – ele iria ajudar-te. Vocês iriam resolver as coisas juntos. Como o casal que sempre foram.
- Esquece Britanny.
– a morena avisou, afastando-a pela cintura – não vale a pena. O erro está feito. Só tenho de seguir em frente. – dirigiu-se à caixa e pagou dois dos tops que tinha gostado mais. Deixou os outros na caixa e saiu, sem dizer mais nada. A loura ainda pensou em acompanhá-la, mas depressa desistiu, ao ver a trajectória da irmã mudar e dirigir-se à saída mais próxima. Baixou o olhar e telefonou a Bill, pedindo que ele a fosse buscar. Estava certa do lugar onde Sophie iria e sabia que ir atrás dela, só iria fazer com que se afastasse mais. Um local privado mas público, um passado tão permanentemente presente e um sorriso que depressa se transformava em lágrimas, era sem dúvida, uma imagem que a mais nova já não aguentava ver. Preparava-se para caminhar para a saída, quando as mãos delicadas do namorado lhe abraçaram a cintura. Voltou-se para ele e beijou-lhe carinhosamente os lábios, sorrindo. Beijou a bochecha do guitarrista, que o acompanhava e perguntou-se interiormente como seria possível que eles não se tivessem cruzado com Sophie à entrada.
Apesar de tudo, Sophie sentia-se sozinha. A aparência forte não passava disso mesmo, um abrigo para que todos aqueles que gostava não notassem a sua fragilidade. Não notassem como ela estava realmente abalada, realmente infeliz. Quando regressou a casa, voltou a ligar o telemóvel. Sentou-se no sofá e recebeu de imediato várias mensagens da irmã, enviadas à algumas horas atrás. Não estava com muita paciência para falar, muito menos para aceitar um convite para jantar em casa dos gémeos. Queria relaxar e isso era, definitivamente, algo que não podia fazer perto de Tom. Estendeu-se no sofá e fechou os olhos. O aniversário da irmã estava perto. Dezoito anos, talvez a data mais importante. Apesar de tudo, não estava com disposição para ir sair e muito menos para conviver com aqueles que antes, faziam parte do seu dia-a-dia. Não tinha nada contra Bill, Georg e Gustav. Não tinha nada contra a Dona Simone, que sempre a tinha tratado bem e muito menos contra Gordon. Mas o passado continuava demasiado presente e isso magoava-a. Magoava-a mesmo muito.

‘ Tinha passado quase um mês desde o fim do namoro de Tom e Sophie. Era o dia do aniversário dos gémeos e, por insistência de Bill, Sophie estava presente. Para chegarem ao tão conhecido restaurante, optaram por utilizar o Cadillac de Tom, para que pudessem ir todos juntos. Tom ia a conduzir, Georg e Gustav atrás, assim como Bill e Britanny. Apanharam a morena em casa e, propositadamente ou não, a rapariga teve de se sentar ao lado de Tom. Não o cumprimentou nem desejou um feliz aniversário. Ofereceu uma prenda ao de crista e aconchegou-se no banco, enquanto o de tranças conduzia até ao local escolhido. Estacionou o carro perto da entrada, enquanto os amigos saíam. Quando Sophie se preparava para entrar, ele agarrou-lhe o braço, virando-a para si e olhou-a nos olhos.
- Se não fosse o meu aniversário e o meu irmão fizesse tanto gosto em ter-te aqui, juro que recusava sentar-me na mesma mesa que tu e te mandava embora – penetrou-a com o olhar, acabando por quase perder-se nos olhos esverdeados da ex-namorada – metes-me nojo. – cuspiu rapidamente, desviando o olhar e abrindo a porta do estabelecimento.
- O sentimento é mútuo. – ela respondeu do mesmo modo agressivo, empurrando-o contra a parede de entrada para lhe passar à frente e se dirigir à mesa onde os amigos se encontravam.’

A rapariga fechou os olhos com força, triste. Abraçou a almofada e puxou o casaco para cima de si, adormecendo quase imediatamente.

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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Seg 12 Abr 2010, 12:40

1st spot, waaaaaait. xD
edit: que estúúúúpido q o Tom foi. de certeza q está a fazer uma tempesatade num copo de àgua e seja qual for o motivo, o q ele disse é qe foi tããããoooo nojento ! ò.ó a música fiicaa tão beem enquanto leio a fanfic. +.+
e aweeeeeesome. o próximo, é hoje? dúvido. amanhã? vou morrer até lá. :'o


amo-te @ tantinho CATARIIINAAAAAAAA ! +.+
PRIMEEEIRAAA :'P
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Seg 12 Abr 2010, 12:59

e eu a pensar que ia haver grande chapada da sophie do tipo EH SUA BESTA, GET THE FUCK OFFFFFFF & DON'T FUCKING TOUCH ME, PRR >>
ya, eu sou bué dramática da vida!

e que venha o próximo ;]
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Seg 12 Abr 2010, 13:45

É meeeeeeo. *-*
E eu que não queria parecer histérica no meu primeiro comentário sobre esta tua fanfic! xD

És uma das minhas escritoras (mais novas) favoritas. Espero que tenhas noção de que és mesmo boa escritora!
Prosseguindo, acho que se fosse eu no lugar da Sophie teria beijado o Tom.
A Mariana é dramática, eu sou...vá-se lá saber o quê. xD

Ficarei à espera do próximo. *-*
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Cate

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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Seg 12 Abr 2010, 14:37

Aiii Tom é um menino 'feio'.
Caraças pá Catz que escreve ''muitá'' bem !!
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Ter 13 Abr 2010, 14:33

voçê são todas uns amores. e desculpem, mas não estou a conseguir mudar o título do post principal s:
obrigada.
(catee, teu. :3)

Capítulo IV

A verdade é que quando Tom se apaixonou por Sophie, as coisas eram diferentes. A rapariga era muito mais lutadora, embora ao mesmo tempo fosse imensamente doce. Era completamente imbatível, ele sabia. Nunca nenhuma rapariga tivera chegado ou ela chegou. Ele não conseguia perceber como é que uma rapariga tão inteligente como ela nunca tivera sucesso numa carreira económica, ou até mesmo medicinal. Apesar disso, ela nunca deixava de ajudar os mais fracos, sempre se preocupara com os desfavorecidos. E ele aprendera a fazer o mesmo. A ajudar todos, mesmo quando eles não lhe eram nada. Ela era, sem sombra de dúvidas, a mulher da vida dele. E fora essa mesma Sophie, a rapariga de à sete anos atrás que o fizera quebrar o medo de amar. Que o fizera dizer ‘amo-te’ a uma rapariga, pela primeira vez.
Quando o aniversário de Britanny chegou finalmente, o inevitável reencontro aconteceu. Eram exactamente meio-dia e meia quando a campainha de casa dos gémeos tocou. Do outro lado, Sophie esperava ansiosamente que a abrissem, embora desejasse que todos o fizessem, menos o guitarrista. Não tardou a ouvir o barulho de alguém a descer pelas escadas e respirou fundo. Felizmente ou não, fora Bill quem abrira a porta. Ele sorriu, ao olhá-la. A morena usava umas calças de ganga justas e escuras e um top decotado, de cavas, em tons de azul petróleo. Calçava uns botins de salto, cinzentos escuros, assim como o casaco de cabedal. O cabelo cacheado, estava hoje impecavelmente esticado e caía-lhe solto e volumoso pelos ombros abaixo. A antiga maquilhagem excessivamente escura nos olhos, dava lugar a uma sombra esbatida em tons de azul e cinzento, um fino risco preto e um pouco de rímel. Gloss transparente, para dar brilho e uma mala XXL, negra.
- Estás linda, Sophie – ele elogiou, beijando-lhe a bochecha. Ela sorriu, agradeceu e retribuiu o beijo, entrando de seguida pelo hall a dentro. Ele seguiu-a, enquanto ela caminhava até à sala, onde já se podiam ouvir as gargalhadas dos outros rapazes. A rapariga entrou na sala e foi quase imediatamente, percorrida pelo olhar de Tom.
- S-Sophie.. – ele gaguejou, incrédulo com a mudança no visual da rapariga. Perguntou-se interiormente onde estariam as roupas negras, vermelhas e metálicas, onde estariam as pulseiras de picos, a maquilhagem carregada e as botas com tacões tão elevados que o chegavam a assustar. Perguntou-se onde estaria a antiga Sophie, do olhar alegre e do sorriso contagiante. Onde estaria a sua ex-namorada – estás tão.. diferente.
Ela respirou fundo, sentindo a raiva invadi-la por dentro – olá Tom. – acabou por saudar, embora ainda contrariada – pois, todos mudamos. – afirmou rapidamente.
- Tens razão – ele concordou, levantando-se – e então.. – exitou, tentando encontrar um assunto qualquer que o levasse a manter uma conversa – mesmo que curta e forçada -, com ela – que tens feito da vida? Como vão os estudos.. a família..
- Já arranjei emprego e estão todos bem. – ela respondeu, sorrindo forçadamente depois e sentando-se no sofá, sem o olhar. Os olhos achocolatados do guitarrista percorriam-lhe o corpo sem vergonha e o desejo que anteriormente sentira por aquela mulher, voltava a crescer a cada segundo. Apesar de não o demonstrar, também ela o queria sentir de novo. Também ela o queria ter de novo perto de si, sentir os seus beijos por cada pedaço de pele, fazê-lo gemer o seu novo. Amá-lo e faze-lo amá-la de novo. Voltar a ser feliz. Voltar a ser feliz com ele.
- Ah..ainda bem. – ele suspirou – fico feliz que esteja tudo bem contigo.
Ela preparava-se para lhe responder violentamente, quando a irmã entrou na sala, abraçada a Bill. A morena levantou-se e abraçou-a com força, beijando-lhe várias vezes a testa e felicitando-a pelos seus dezoito anos. Estendeu-lhe um envelope e uma e uma pequena caixinha, que Britanny abriu. Pediu a Bill que lhe colocasse o colar oferecido pela irmã e guardou o envelope, sabendo que aquele dinheiro lhe iria dar jeito mais tarde, quando pensasse em ir finalmente, tirar a carta de condução.
- Onde estão os restantes convidados? – a mais velha perguntou, sorrindo, apesar de querer esganar o de tranças por não desviar o olhar do seu. Viu-a levantar-se e passou pelo lado de Britanny, para se encostar à parede – não devíamos ir andando para o restaurante, ter com eles?
- Ahm..
– a loura riu-se, trocando um olhar cúmplice com Bill – somos só nós os quatro, pelo que pensei que pudéssemos jantar aqui. – deitou discretamente a língua de fora à irmã e voltou a gargalhar – como nos velhos tempos. - se naquele momento, o olhar de Sophie matasse, Britt poderia ter a certeza absoluta que não respiraria nem mais um segundo. Observou o olhar furioso da irmã e sentou-se no sofá, tentando controlar a felicidade e puxando Bill para o seu lado. Abraçou-lhe a cintura e beijou-lhe o pescoço demoradamente – vocês podiam ser uns queridos e ir pôr as pizzas no forno – ela sugeriu, olhando o casal que se mantinha em pé – afinal, é o meu aniversário e eu quero que o meu namorado fique aqui comigo.
- Sim, eu posso fazer isso
– a rapariga disse, sorrindo. Desviou o olhar a apressou o passo até à cozinha, que já conhecia tão bem. Tirou do congelador quatro embalagens da típica comida italiana e retirou-as das caixas, enquanto ligava o forno. Esperou que este aquecesse um pouco e colocou as duas primeiras pizzas, sentindo logo depois uma presença atrás de si. Engoliu em seco ao ouvir a voz de Tom.
- Precisas de ajuda? – ele ofereceu-se, sorrindo. Encostou-se à mesa da cozinha e olhou-a, enquanto ela colocava gelo e limão em quatro copos de coca-cola.
-Não. – ela respondeu rispidamente, enquanto colocava o sumo nos copos. Tirou um prato grande do armário e abriu o forno, onde as pizzas já davam sinal de vida. Retirou a primeira e colocou-a num prato, tirando a outra de seguida. Ao colocar a terceira, tocou com as costas da mão numa das grelhas e gemeu de dor, mordendo o lábio. Fechou o forno e abriu a torneira de água fria, colocando a mão por baixo. O de tranças levantou-se rapidamente e dirigiu-se a ela. Pegou numa pedra de gelo e embrulhou num guardanapo, pegando depois na mão dela e colocando o gelo por cima. Um arrepio percorreu o corpo de ambos ao sentirem de novo o toque do outro perto e ela fechou os olhos, suspirando. Preparava-se para afastar a mão da dele, quando ele a agarrou com mais força, acariciando-a.
- Tem calma, isto já passa. – disse, esperando que o gelo arrefecesse a queimadura e sorriu, fazendo-a sorrir inocentemente também.

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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Ter 13 Abr 2010, 14:47

Oh assim fofinhos um com o outro está bem =)
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Ter 13 Abr 2010, 14:47

é só de mim ou este foi pequenino? ._.
mas foi tããão querido, derreti-me com o final, completamente. Ela mais fria e o Tom mais carinhoso com ela (bem, que o tem de ser) . ameeei , mas tanto mas tanto. e quero mais. a britt, teve um má-óptima ideia, claro q o Bill ajudou, aquele é um cusco do caramba! ;D
quero mais , quero mais , quero mais , quero mais ! T^T
só amanhã, oooh. q pena ! é difícil aguentar , sabes ?
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Ter 13 Abr 2010, 14:48

sabes que só leio as tuas fics, são realmente brutais :3
é mais forte que ele uu'
amo-tee, menina.
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Ter 13 Abr 2010, 14:52

a n n e escreveu:
Prosseguindo, acho que se fosse eu no lugar da Sophie teria beijado o Tom.
A Mariana é dramática, eu sou...vá-se lá saber o quê. xD
yaaa do tipo, situação bué fierce e fria E COM MONTES DE TENSÃO SEXUAL NO AR e puff, beijo. se não houvesse tantas contradições, TALVEZ acontecesse xD
muito filme, mamã! (a)

é agora que ela lhe manda grande galheta? 8D joking xD o tom mudou de atitude assim tipo wooooow, you dirty dirty boy!
o quê que vem daí?
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Qua 14 Abr 2010, 00:45

epah gosto tanteeee....continua catarina =)
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Qua 14 Abr 2010, 15:51

e está uma pessoa aqui a rezar por um capítulo. Neutral
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Qua 14 Abr 2010, 16:11

obrigada a todas, desculpem a hora.
beijinhos


Capítulo V

Assim que se deu conta do que realmente estava a fazer, ela desviou o olhar e afastou bruscamente a mão da dele. Ele suspirou em silêncio, cada vez mais confuso com os arremessos da rapariga. Ela voltou-lhe costas ao ouvir o som do forno que indicava que as restantes pizzas estavam prontas e tirou-as de lá de dentro. Colocou tudo num prato e saiu da cozinha assim que o guitarrista se preparava para lhe dizer qualquer coisa. - Está aqui tudo. – informou sorrindo, estendendo depois os pratos com a comida rápida ao casal que se mantinha no sofá – Espero que esteja bom, porque já me valeu uma queimadura.
- Estás bem?
– a irmã perguntou alarmada e olhando-a – queres pôr creme nisso?
- Deixa estar. Eu depois ponho em casa, não tem problema. – sorriu, sentando-se no sofá mais pequeno da sala e olhando a irmã com carinho. Tirou uma fatia de pizza e desviou o olhar para a televisão, assim que sentiu o guitarrista entrar na sala. Murmurou qualquer coisa ao vê-lo sentar-se ao seu lado e bufou. Será que ele não tinha mais nenhum sítio onde se sentar?
- Amanhã poderíamos ir almoçar até aquele novo restaurante que abriu. – Bill sugeriu, tentando quebrar o clima pesado que se instalara desde a chegada do gémeo – tenho lido boas críticas e é sempre bom experimentar novos sítios. O que acham?
- Parece-me bem.
– a namorada respondeu prontamente, dando-lhe um beijo suave nos lábios depois. Tom acenou com a cabeça e soltou um leve ‘sim, pode ser’, seguido de uma resposta também ela positiva de Sophie. Os gémeos pegaram nos telemóveis e enviaram rapidamente uma mensagem aos outros dois elementos da banda, que não demoraram a aceitar também. A loura levantou-se para colocar um filme no DVD, enquanto as luzes do plasma se tornavam cada vez mais brilhantes. Aconchegou-se no peito do namorado, dando-lhe antes um beijo suavemente intenso e envolvendo-se nos seus braços. A morena descalçou-se e abraçou uma almofada contra o peito, colocando as pernas flectidas sobre o sofá. O de tranças olhou-a de soslaio, não querendo ouvir uma resposta ríspida vinda dela. Também ele se viu livre dos ténis e acomodou-se no seu lado do sofá, enquanto o filme começava. As respirações eram compassadas e o clima pesado tinha-se tornado mais leve, quando as gargalhadas provenientes do ecrã se faziam ouvir. Também os quatro amigos se riam, embora nem mesmo as mais fortes gargalhadas conseguissem quebrar o bloco de gelo entre o ex-casal.
- Está a começar a chover. – Britanny comentou, olhando o jardim pelo vidro já levemente molhado. O barulho das gotas tornava-se cada vez mais forte e os intervalos de tempo eram quase imperceptíveis – vieste de carro? – perguntou para a irmã, olhando-a.
- Não, de transportes. – respondeu rapidamente, sentindo um arrepio percorrer o seu corpo quando um relâmpago se fez ouvir – mas não tem problema. Existem comboios até às duas da manhã.
- A estação ainda fica longe. – Tom interrompeu, enquanto ela sentia a sua face contrair-se numa expressão que começava a ser demasiado comum quando estava perto dele. A voz dele irritava-a, embora ela não quisesse admitir que ao mesmo tempo a fazia sentir completamente desejosa de o ter novo. Era totalmente inevitável olhar para Tom e não pensar em sexo. Não pensar no corpo dele colado ao seu, como tantas vezes tinha acontecido. Totalmente impossível não desejar tê-lo de novo para si, só para si. Conhecia-o como ninguém. Conhecia o corpo dele como nenhuma outra rapariga conhecia e sabia que ele era sem dúvida o rapaz que melhor a sabia levar ao prazer máximo apenas com um toque. Mas a raiva conseguia cegá-la e deixa-la tão fria que ele seria incapaz de se tentar aproximar de novo. Eram ambos teimosos. Demasiado teimosos – eu posso levar-te a casa. – ofereceu-se, sem a olhar.
- Preferia levar com um relâmpago em cima. – ela bufou chateada, olhando-o tão intensamente que o fez desviar o olhar logo depois – eu vou de transportes.
- Vais ficar doente.

- E depois, que tens tu haver com isso? – ela quase gritou, levantando-se. Bill e Britanny trocaram olhares confusos e abanaram a cabeça, saindo sem dar nas vistas depois – não tens nada! Nada, okay? Eu não preciso de ti para nada! Não preciso de ti para nada! Odeio-te! – gritou finalmente, parando para respirar fundo logo depois. Ele olhou-a nos olhos, primeiro espantado, depois triste e só depois magoado. Levantou-se e enfiou os pés nos ténis, sem se preocupar se estes estavam ou não devidamente apertados e olhou-a nos olhos uma última vez.
- Se ficas feliz, eu não te odeio. Se ficas triste, eu nunca te odiei. Se te é indiferente, foste a única rapariga que amei – respirou pesadamente e olhou-a seriamente – se queres mesmo saber, ainda não te esqueci. – terminou, desviando depois o olhar e saindo apressadamente da sala.
Ela ainda tentou argumentar, mas o estado de choque era de tal maneira grande que a garganta secou tão rapidamente como se tivesse acabado de sair de um concerto. Não teve coragem para o seguir. Não teve coragem para lhe pedir desculpa e dizer que não sentia realmente o que tinha dito. Não teve coragem de o abraçar e dizer que o queria de novo. Não teve coragem de dar o braço a torcer. Ouviu a porta de entrada bater e percebeu que ele tinha saído. Engoliu em seco e suspirou fundo, pegando na mala e no casaco. Esperou cerca de cinco minutos até conseguir mentalizar-se que teria de o procurar de novo. Que teria de se esforçar para ser menos fria. Olhou o relógio e saiu a correr, pegando na entrada as chaves do carro de Bill.
O carro de Tom tinha já saído, mas a habilidade de Sophie a conduzir chegou para o conseguir alcançar. A rapariga agradeceu mentalmente ao exigente instrutor de condução que a tinha obrigado a ter um óptimo sentido de orientação. Mantinha uma distância razoável do carro e percebeu que ele não tinha ainda reparado que era ela quem o seguia. As ruas não estavam tão desertas como era de esperar aquela hora e, talvez por isso, ele não se tenha preocupado em olhar para o espelho retrovisor.

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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Qua 14 Abr 2010, 16:47

quero cena fofinha , quero beijo , quero toque , quero sexo ! +.+
obrigada , por postares e te lembrares , amor ! +___+
amo-te a ti & à fanfic. [:
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Qui 15 Abr 2010, 08:44

ish, que beem x3
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MensagemAssunto: Re: tired of being sorry. (quinze e dezasseis) FIM   Sex 16 Abr 2010, 11:38

mais um.
beijinhos, thanks (:


Capítulo VI

Não tinham passado ainda dez minutos de viagem, quando Sophie observou o carro de Tom a estacionar. Olhou em frente e viu o enorme M em tons de amarelo florescente. Sorriu interiormente, nunca se sentindo tão feliz por encontrar um MacDonald’s. Viu o de tranças sair do seu carro e esperou para sair, até o ver entrar dentro do restaurante. Não demorou a deixar de o ter debaixo da sua vista e só aí teve a certeza do que estava prestes a fazer. Iria arriscar tudo de novo. Iria estar novamente a baixar a sua guarda, a baixar o seu escuro de rapariga fria por ele. Por aquele que pela primeira vez, tinha tocado o seu coração. Engoliu em seco e preparou-se mentalmente, antes de sair do carro que tinha indirectamente roubado a Bill, trancou-o e dirigiu-se em passos rápidos até à entrada do Mac. Abriu as pesadas portas de vidro e viu-o já em frente à rapariga que o atendia com um enorme sorriso nos lábios. Tinha-o provavelmente reconhecido e estava – como tantas outras – a babar-se literalmente para cima dele, embora naquela altura ela tivesse a certeza que Tom não estava a prestar-lhe a mínima atenção.
- Boa-noite – a rapariga cumprimentou formalmente, deixando de se fixar finalmente no piercing dele e sorriu – o que deseja?
- São dois cheeseburgers e dois Sundays de chocolate. – uma voz feminina suou atrás de Tom. Ele voltou para trás imediatamente, ao reconhecer a portadora da mesma e olhou-a espantado. Ela tirou da mala a carteira e apoiou os cotovelos no balcão, enquanto a rapariga ia buscar o pedido. Olhou Tom de soslaio e suspirou profundamente – queres mais alguma coisa?
- Coca-Cola. – ele pediu. Ela olhou a rapariga e fez-lhe sinal, vendo-a depois afastar-se para ir buscar a bebida do guitarrista. Pediu para colocar tudo num saco e pousou o dinheiro no balcão, afastando-se depois. Não se dirigiu verbalmente a Tom, mas agarrou-lhe no pulso, puxando-o para fora do estabelecimento. A verdade é que, apesar de tudo, o rapaz estranhava a frieza dela. Não estava já habituado ao toque frio da pele de Sophie e muito menos aos arrepios que ela lhe conseguia provocar. Não tardaram a chegar às mesas de fora do restaurante e ela sentou-se, fazendo-o sentar-se à sua frente.
- Como me descobris-te aqui ? – ele começou por perguntar – o que estás aqui a fazer ? O que foi isso ? – apontou para a comida – porquê ? Porquê tudo isto ?
A morena olhou-o nos olhos, soltando logo depois uma gargalhada trocista – tem calma. Vamos comer primeiro. – ela sugeriu, desembrulhando o seu cheseeburger e retirando a palhinha do invólucro para depois dar um gole na bebida que ele tinha pedido. Afastou o copo plastificado para o centro da mesa, sem desviar o olhar do dele.
- Responde-me. – ele arrastou a voz, quase implorando, enquanto a sua mão procurava a da ex-namorada em cima da mesa. Acabou – embora a muito custo por parte da jovem – por entrelaçar os dedos com os dela, enquanto bebia um pouco do refrigerante e trincava o seu hambúrguer – por favor Sophie. – insistiu, levando-a a gargalhar novamente.
- Roubei o carro ao teu irmão e vim atrás de ti, estou aqui a comer um belo cheseeburger e ofereci-te outro. – sorriu. Um sorriso diferente do que ele esperava, pois era de certa maneira carinhoso – porque me apeteceu – riu-se – e também porque tinha fome.
- Okay. – ele engoliu em seco um tempo depois, dando uma trinca enorme na sua comida, na esperança de não ter de trocar mais nenhuma palavra com ela. Ela voltou a rir interiormente, soltando depois a mão da dele, para puxar novamente o copo para si e dar um novo gole. Fixou os olhos nos dele enquanto brincava com a palhinha entre os dentes. Ele mordeu o lábio – continuas a mesma. – ele concluiu, enquanto um pequeno sorriso nascia nos seus lábios. Sophie escondeu um sorriso e parou de sugar um sumo para se concentrar na afirmação do rapaz.
- Estás enganado. – ela respondeu convicta, de um modo suavemente agressivo – não continuo a mesma. Não mesmo.
- Sabes bem que tenho razão. – ele riu-se, mantendo o olhar no dela – a maneira como és agressiva quando sabes que alguém tem razão, como foges das minhas perguntas pessoais, como o meu toque ainda mexe contigo.. – mordeu o lábio, acariciando levemente a mão dela com os dedos habilidosos – a maneira como ainda estou tão presente. A maneira como os teus olhos fixam os meus e, principalmente – aproximou-se ligeiramente – a maneira como o teu corpo anseia pelo meu.
A morena preparava-se para responder, mas a resposta faltava-lhe. Ela sabia que ele tinha razão, assim como ele sabia exactamente o mesmo. Não tinham vergonha um do outro, não poderiam ter. Um carro passou lentamente, incidindo com as luzes no rosto de Tom e fazendo os seus olhos e o metal cravado no seu lábio brilharem de uma maneira tão sexual, que a própria rapariga chegou a temer pelos seus actos. Não valia a pena negar a aura sexual que os rodeava, o desejo que crescia a cada momento entre eles. Ele não demorou a puxá-la para o seu lado, enquanto vislumbrava os gelados de ambos a derreterem nos copos.
- Está calor, hm? – ela atirou, aproximando-se dele. Naquela altura, a mente de ambos parecia ter bloqueado. O passado parecia ter sido já esquecido.
- Demasiado calor. – ele confirmou, olhando-a intensamente, antes de colar os lábios aos da rapariga, puxando-a pela cintura. Os lábios molhados da rapariga arrastavam-se pelos lábios secos dele, tentando que ele fizesse mais do que simplesmente apalpar terreno. Notava o receio do guitarrista em prosseguir. Notava o medo da rejeição dela. Riu-se contra os lábios dele e rodeou-lhe o pescoço com os braços, puxando-o mais para si, enquanto invadia a boca dele com a língua, sem esperar que ele avançasse lentamente. Após o avanço repentino dela, Tom não teve dúvidas do que ambos queriam um do outro. Não demorou a descer as mãos até às ancas dela, puxando-a para cima enquanto se levantava. Quebraram o beijo, para se olharem nos olhos, antes dos seus lábios se voltarem a unir, desta vez mais intensamente e explorarem novamente as sensações já quase esquecidas pelo tempo. As mãos de ambos desceram. Ela cravou-lhe as unhas nas costas, por cima do casaco de algodão, enquanto ele a elevava pelo rabo, fazendo-a rodear a cintura fina dele com as pernas bem torneadas. Apalpou-a sem vergonha, em plena rua e caminhou turbulentamente com ela até ao seu carro. Sentou-a no banco do pendura e apressou-se a rodear o carro, segurando as calças pelo curto caminho e entrou. Ela mordeu o lábio, ao vê-lo fechar a porta.
- Queres dizer alguma coisa ? – ele questionou, sem a olhar.
- Não. – ela respondeu friamente, enquanto ele arrancava com o carro, até casa. A viagem foi feita apressadamente. Nenhum dos dois queria esperar, nenhum dos dois aguentava mais. Anos à espera, anos de saudade. Anos onde o toque do outro era inexistente. Anos por descobrir. Quando Tom estacionou finalmente o carro, ela saiu. Apressou-se a caminhar até à entrada, sendo de imediato agarrada pelos braços fortes do guitarrista, que lhe beijou o pescoço. Ela virou-o para si e riu-se na sua cara, beijando-a de uma maneira agressiva logo depois. As línguas dos dois acariciavam-se de uma maneira tão intensa, que a concentração deixara de existir. Percorreram o corpo do outro com as mãos, recordando cada pedaço de pele. Entraram em casa, sempre tropeçando pelo caminho até ao quarto desarrumado de Tom. Caíram sobre a enorme cama de casal dele, com ela por baixo. Ele mordeu-lhe o lábio, sugando-o levemente.
- Tinha saudades tuas. – acabou ele por confessar entre beijos, sentindo depois os dentes dela no seu pescoço.

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